segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Alguns trabalhos renderizados.

Segue alguns trabalhos que estou fazendo no momento com testes de cores e renders.
























quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Animação sem renderização - teste.


Teste que estou fazendo com animação.
Depois vou postar a animação com renderização.

Abraços

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Casa é pra curtir e não pra mostrar...

Salão gourmet, spa, sala de cinema e academia: as áreas de lazer dos condomínios estão cada vez mais diversificadas e acabam se tornando extensão dos próprios apartamentos.

Mas para quem mora em Casa a oportunidade de dispor desses ambientes se torna também cada vez mais comum. Nos deparamos com a necessidade de fazer da casa a extensão de lazer e bem estar nos dias de hoje.

De acordo com cada possibilidade o Arquiteto pode ousar em ambientes novos com a proposta de deixar a casa com a cara da família. A dica é procurar conhecer cada membro futuro morador deste espaço, seus gostos, preferências, lazeres, enfim, as particularidades que farão a diferença.

Algo que seja capaz de satisfazer o individual e a família como um todo. Saber seu propósito, e o que é capaz de despertar a felicidade diária e de fins de semana, são caminhos para planejar ambientes com a “cara do cliente” e que certamente despertará sorrisos e satisfação no desenvolver do projeto.

De acordo com a arquiteta Mônica Thá, “a tendência atual é investir em inovações de lazer, pensando em usuários de diversas faixas de idades. Em função do número de unidades habitacionais, estas áreas de lazer não oneram os custos com o condomínio e proporcionam conforto sem ter que sair de casa”.

Assim, entre as diversas opções, alguns fatores devem ser levados em consideração na hora de idealizar as áreas comuns. “O tempo que a grande maioria das pessoas têm para desfrutar das estruturas de lazer geralmente é após a jornada de trabalho ou estudo, sejam adultos ou crianças. Levando em consideração vários fatores que integram o bem estar individual ou familiar, (características de quem habitará o imóvel) são bem vindos espaços gourmets diferenciados e bem equipados, áreas de relaxamento, áreas diferenciadas que condizem com a rotina dos moradores e que por fim os deixem bem a vontade, satisfeitos e com a certeza de que o ambiente é a extensão daquilo que realmente sonharam.

            Neste último projeto realizado, percebia o quanto a família valoriza momentos de reunião com amigos e familiares, finais de semana com a casa cheia... e então propus um ambiente integrado, onde a possibilidade de união das áreas em comum deixará as pessoas mais a vontade, tornando um ambiente aconchegante e ao mesmo tempo festivo. Salas de estar e jantar são separadas somente por uma escada aberta que conduz ao 2º piso, a qual dará um ar de sofisticação, contemplada com pé direito duplo e vidro. No mesmo plano cozinha com 2 bancadas, integrando de um lado a sala de jantar e do outro, com um amplo espaço gourmet, (dessa vez mais rústico ao gosto do proprietário) com churrasqueira, forno, bar. E o mesmo terá a possibilidade de integração com a o espaço da garagem o qual possui um porta de vidro, já planejada para as reuniões familiares maiores. A resposta da família foi muito positiva, pois contempla-se ai algo além de uma casa, mas eles próprios. Segue as plantas desse projeto.






Um abraço!
Ângelo Gobbi    

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

domingo, 31 de julho de 2011

Além da arquitetura...


Escolhi este tema para dar início a uma série de artigos onde veremos a Arquitetura como um espaço presente além de sua casa... no seu cotidiano, nas suas escolhas, em seus sonhos, em uma vida inteira!
Arquitetura é mais do que intervir na realidade. É investigar a necessidade humana, transformar o vazio em qualidade de vida. Para projetar uma residência, por exemplo, o arquiteto deve, acima de tudo, traduzir a essência da vida do proprietário, entender seus sonhos, e transformá-los em espaços físicos. Avaliar o perfil, saber o dia-a-dia da família, os costumes de cada um, estar sempre oferecendo novas soluções, exigindo assim, não só conhecimento de arquitetura. A psicologia está presente em vários pontos da arquitetura, adequando as cores e seus significados com o ambiente certo da casa. Independente do ambiente, seja um bar, empresa, loja, restaurante, residência... A chave é buscar soluções simples para idéias complexas, em prol de atender a necessidade e a expectativa de cada indivíduo. O interessante é aliar o perfil do cliente às idéias e inovações oferecidas pelo profissional, e também entender as expectativas do cliente em relação a transformação, sendo assim, a harmonia entre cliente e arquiteto garantem o sucesso do projeto!
Cada projeto possui caracterí­sticas próprias. Procurar um profissional que consiga traduzir a realidade subjetiva do cliente é cada vez mais comum, mas essa decisão costuma ser seguida de incertezas e dúvidas, que serão sanadas e tranqüilizadas através de troca de idéias, mostra de possibilidades, adequações que se dão no decorrer do projeto.
“A arquitetura dá sentido ao meio”. Ou seja, a necessidade do cliente deve ser sentida pelo profissional, que transforma a idéia em realidade.
Construir o seu espaço significa transformar em realidade desejos e expectativas.
Desejo assim um sonho realizado. Abraços!

Fonte consultada: Fernanda Quelhas / Natalia Montans

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ninguém gosta de Arquitetura

Pesquisando na internet achei um artigo muito interessante do Arquiteto André Huyer, é do ano de 2000 mas com certeza esta valendo para os dias atuais.


NINGUÉM GOSTA DE ARQUITETURA

Arquiteto André Huyer

Exceto nós, arquitetos. Este é nosso maior problema para o exercício da profissão. Como sobreviver fazendo algo que ninguém se interessa? Ninguém se importa? Ninguém conhece? Atendendo às encomendas de nossos clientes,
quantos trabalhos resultarão dignos de serem publicados em revistas ou exposições de arquitetura? Mas, porque só há duas ou três revistas de arquitetura no Brasil? E quantas exposições de arquitetura ocorrem regularmente no Brasil, fora a Premiação Anual do IAB do Rio de Janeiro?

Simples: somente arquitetos gostam de arquitetura. Se as pessoas que não são arquitetos apreciassem arquitetura, teríamos muito mais revistas e
exposições! Não me refiro a revistas de decoração disfarçadas de arquitetura. Você conhece algum leitor de "Projeto Design” ou de "Arquitetura e Urbanismo"que não seja arquiteto?

Este desinteresse do leigo pela arquitetura talvez possa ser explicado pelo
desconhecimento generalizado do que seja arquitetura. Quantas vezes por dia
os arquitetos são chamados de engenheiros? Ou de decoradores? Já querer que o leigo saiba quais as atribuições profissionais do arquiteto, bem, aí
realmente é querer demais. Mesmo porque tem muito arquiteto que também
desconhece, e vai correndo chamar um engenheiro se tiver uma obra para
encarar. Por que não procura um colega arquiteto se não tiver segurança de
tocar uma obra?

E por aí prosperam os equívocos. Você vai à uma repartição pública, e lá está: "Assessoria de Engenharia'; "Departamento de Engenharia'; "Setor de Engenharia'; etc. Eles por acaso fazem barragens? Fazem pontes? Fazem
estradas? Fazem túneis ou portos? Não. Fazem projetos arquitetônicos, fazem
edificações/fazem layouts de interiores. Mas a maioria é chamado de departamento de engenharia, poucos são os departamentos de arquitetura.

Bem, daí quando tem um concurso para quadro de pessoal, adivinhem ...claro,
só tem vaga para engenheiro, como o concurso que o BRDE está fazendo agora. Ou, quando tem vaga para arquiteto, os engenheiros ainda têm o dobro do nosso número de vagas - como no concurso do Ministério Público, ano passado.

Mas a cultura que nos desfavorece não termina aí. Se o enfoque é positivo/o
termo empregado é "serviços de engenharia" (lei das licitações 6888/93). Se
o enfoque é negativo, aí são "barreiras arquitetônicas”;as grandes vilãs nas
normas técnicas de acessibilidade. Por que não barreiras de engenharia ou de
decoração?

Então, enquanto o público ainda tiver a expectativa de que façamos engenharia predial decorativa, pouco nos resta. Questões caras para nós,
como entorno urbano, coerência, modernismo x pós-modernismo, visão de
conjunto, etc., só nos trarão angústias, frente ao desinteresse e repulsa dos nossos clientes.

Só que temos nossa parcela de culpa pela perpetuação deste estado das
coisas. Primeiro que, nós arquitetos, não damos a devida importância à
"conquista do mercado'; Qual a promoção mais temerária que uma entidade de
classe pode querer promover? Um curso de marketing? A frequência é mínima,
se não for nula. Cursos e eventos que tratam de questões profissionais congêneres idem.Já outros cursos/de assuntos até banais para qualquer arquiteto, ou o extremo oposto, excessivamente específicos, sempre há pencas de arquitetos para se aprofundarem (ou afundarem), em matérias que pouco retorno prático trarão. Segundo, a falta de auto-estima pela carreira.Quantos colegas trabalham em departamentos de engenharia, que
muitas vezes nem engenheiro tem, e nunca fizeram nada para, pelo menos,
mudar o nome na placa de identificação na porta? E quantas vezes nos chamam de engenheiros e não corrigimos os interlocutores?

Para que os outros gostem de arquitetura, é preciso que nós, arquitetos,
além de gostarmos de arquitetura, também tenhamos orgulho de sermos
arquitetos.

sexta-feira, 3 de junho de 2011